domingo, 30 de agosto de 2009

NERUDA ETERNAMENTE


Em 1958 um jovem gaúcho assume o governo do Estado do Rio Grande do Sul, trazia em sua bagagem uma biografia de menino pobre nascido nos grotões do Sul do país e na cabeça um talento nato dos estadistas. Naquele mesmo ano Brizola expropiou a multinacional de telefonia mais poderosa do mundo com sede em Nova York e que exercia monopólio no Estado; desde então o impávido político foi perseguido implacavelmente pela burguesia internacional e seus lacaios nacionais.
Porém, nem tudo foi espinho, Brizola foi saudado com uma poesia do maior poeta de todos os tempos.
Toda vez que leio este poema, me vêm à mente tudo o que o povo latino americano perdeu nos últimos 50 anos.


NOVAS ILHAS, NOVOS RIOS,
NOVOS VULCÕES FAZEM DO NOSSO CONTINENTE
UMA NOVA GEOGRAFIA.

QUEREMOS NOVA AGRICULTURA,
OUTRAS FORÇAS JUVENIS,
UMA SOCIEDADE MAIS PURA,

NOVAS PROTAGONISTAS DA HISTÓRIA
QUE ESTÁ NASCENDO
E QUE TEMOS O DEVER DE CONSTRUIR

QUEM PODE ESTÁ CONTRA A VIDA?
CELEBREMOS A CHEGADA DE BRIZOLA
NO CENÁRIO DA AMÉRICA
COMO UMA DESLUMBRANTE ENCARNAÇÃO
DE NOSSAS ESPERANÇAS.

ESTAMOS CANSADOS DA ROTINA DA MISÉRIA.,
DE IGNORÂNCIA, DE INJUSTIÇA ECONÔMICA.
ABRAMOS O CAMINHO ÁQUELE QUE ENCARNA HOJE
A POSSÍVEL CONSTRUÇÃO DO FUTURO.

(PABLO NERUDA - 1959)

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

NAZISTAS EM AÇÃO


Uma fotografia postada no TUPINAMBROG onde mostrava um grupo de marxistas e opositores do governo do BONECO DE VENTRÍLOQUO reunidos em um pé-sujo, motivou os neonazistas do governo do BONECO a reagirem: mandaram retirar as cadeiras que serviam ao bar da passarela do “projac” para que as reuniões semanais não se realizassem.
Imaginem se os nazi-fascistas tivessem poderes ditatoriais, o que fariam?

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

MUDANÇA NA JUSTIÇA


Boa noticia, as Zonas Eleitorais de Angra dos Reis serão ocupadas pelas juizas Doutoras JULIANA e ANDRÉIA em setembro próximo.
Doutora JULIANA é conhecida pela sua capacidade extraordinária de trabalho e seu rigor na aplicação da Lei, já Doutora ANDRÉIA é conhecida pela sua simpatia e amabilidade, mas, não menos rigorosa e imparcial.
Parece que as eleições de 2010 prometem uma aplicação dos rigores da Lei mais intensos ainda do que foi feito em 2008 pelos não menos competentes juizes CARLOS MANOEL e IVAN MIRANCO.
Doutora JULIANA deve ocupar a 147ª ZONA ELEITORAL onde tramita o processo da cassação do BONECO DE VENTRÍLOQUO referente ao transporte ilegal do Provetá.
A magistrada agora terá sob sua responsabilidade os dois processos mais ruidosos do Município: “Cartas Marcadas” e “O Transporte Ilegal do Provetá”.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

HELOISA HELENA É BOICOTADA PELA MÍDIA GORDA


A mídia gorda não concede espaço ao PSOL (Partido Socialismo e Liberdade); HELOISA HELENA é boicotada, mesmo estando em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto ela não é consultada pelos reportes das empresas de comunicação da elite econômica sobre a crise política atual.

Gostaria muito que o povo tivesse a oportunidade de ouvi Heloisa comentar a falta de ética patrocinada pelo presidente LULA, jogando definitivamente a bandeira da seriedade de outrora na vala comum da corrupção.

Heloisa diria que nem na época da ditadura um presidente da República interveio no Legislativo tão drasticamente, que LULA ao mandar seus senadores arquivar as denuncias contra Sarney fez uma afronta á cidadania brasileira, que ao blindar Sarney, LULA envergonhou milhares petistas que ainda acreditam em um país melhor e mais ético sob o comando da “majestade barbuda”.

Pobre povo brasileiro, que vê suas esperanças desaparecerem diante de um lamaçal de corrupção e arrogância de um presidente que daqui a 50 anos estará no lixo da história junto com seus companheiros Sarney, Collor, Renan e todo o PT.

Agora é fácil de entender o porquê das criticas renitentes de Miram Leitão, a feiosa por dentro e por fora da Globo, à HUGO CHAVEZ: no Brasil há o “perigo” para a elite de uma possível eleição de HELOISA HELENA, e CHAVEZ, na opinião dos donos da mídia, não é um exemplo nada recomendável para HELOISA

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

CORRUPÇÃO


O presidente da Capgemini (a maior empresa de consultoria da Europa) em Portugal, o jurista Paulo Morgado, enumerou as sete causas da corrupção, que como é sabido alcançou níveis insuportáveis no Brasil nas ultimas décadas.

O tema da corrupção: “aproveitamento da coisa pública em benefício individual” – é importante porque “perdemos a capacidade de inventar euros e o que nos é subtraído na corrupção tem de ser pago com impostos”, afirmou Paulo Morgado.

Presente na última conferência organizada pela revista Invest/ISLA/AIP, no auditório da Faculdade de Economia de Coimbra, Paulo Morgado enumerou aquelas que considera serem as sete causas da corrupção, apontando a cultural como a primeira. “É um crime que vai ao encontro da reciprocidade. Compensar quem nos deu alguma coisa. Não é contra natura, como matar”, explicou.

A segunda causa da corrupção, segundo o responsável, deriva do peso do Estado e da burocracia. “O próprio Estado cria corrupção através de uma burocracia que não existe no mercado concorrencial”, afirmou, apontando ainda a especulação, como a terceira causa para a corrupção, que exemplificou com a alteração de planos diretores municipais (PDM), de forma administrativa. “A especulação é uma forma de ganhar dinheiro, mas o Estado não a deve favorecer, porque tem a obrigação de redistribuir riqueza. Os rendimentos provenientes da especulação deviam ser mais tributados”, defendeu.

O presidente da Capgemini deixou ainda uma palavra à comunicação social. As amarras da comunicação representam para o autor de livros como “Contos de Colarinho Branco” e o “Corrupto e o Diabo”, a quarta causa da corrupção. “O jornalista não é verdadeiramente livre. A corrupção é um crime de prova difícil, os media vivem de publicidade e não se pode falar mal de quem anuncia. Os jornalistas acabam, mesmo sem querer, por ser coniventes”.

”O clientelismo leva a que incompetentes ocupem cargos críticos para a sociedade”

As eleições surgem como a quinta causa da corrupção, aquilo que designou de eleitoralismo e clientelismo. “Quem ajuda a eleger recebe algo em troca. Colocamos muito enfoque no financiamento partidário e não no clientelismo, nos cargos para pessoas da mesma cor. O clientelismo leva a que incompetentes ocupem cargos críticos para a sociedade, onde fazem gestão de dinheiro público”, adiantou.

A sexta causa da corrupção é, segundo Paulo Morgado, o abuso de poder. “O ser vivo social tem tendência para abusar do poder. Tem de haver controlo. Numa empresa privada, o gestor tem de prestar contas do que faz, o gestor da coisa pública não tem de prestar contas a ninguém. Devia ser obrigatória a publicação dos dez maiores desvios em prol da transparência da atuação pública”, afirmou, advertindo para a “falsa transparência”, aquela que resulta da “prestação de informação irrelevante”. O abuso de poder “só se controla com transparência e o Estado tem mais obrigação de prestar contas porque o contribuinte não escolheu ser contribuinte”, explicou.

A sétima causa da corrupção assenta no próprio sistema judiciário, “que não funciona”. Segundo Paulo Morgado, “a lei não foi feita para punir fenômenos de corrupção” e “não vale a pena dizer que o assunto está entregue à justiça, ao mesmo tempo que se diz que o sistema judicial não funciona. Perpetua-se esta hipocrisia”.

Enquanto existirem estas sete causas, “toda a conversa para acabar com a corrupção é uma perda de tempo”, concluiu

”O comportamento ético tem um valor econômico”

José Soares da Fonseca, presidente da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, relembrou, durante a sua intervenção, que o comportamento ético tem um valor econômico. “O comportamento não ético permite um benefício a curto-prazo, mas o risco de perder credibilidade é maior. A prazo, perde-se poder negocial”, explicou, salientando que, enquanto o mercado pune a falta de ética, “no sector público nada acontece”.

Rocha de Matos, presidente da AIP, defendeu que a ética nos negócios “é um vetor essencial de uma nova cultura empresarial” e Carlos Encarnação, presidente da Câmara Municipal de Coimbra, colocou a ética no campo “do que se deve e não deve, pode e não pode ser feito, uma fronteira que não é apenas preta e branca”, defendendo que a dimensão ética “é individual" e que “quem decide deve ser imune para não infectar o sistema”

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

HELOISA HELENA DESPONTA COMO OPÇÃO POPULAR


Mesmo com o boicote da mídia gorda, Heloisa Helena do PSOL mantém sua chance de disputar o segundo turno das eleições do ano quem vem para presidente.
Reparem que nem a foto da Heloisa é publicada nos gráficos das pesquisas, em manifesta demonstração de temor da direita que Heloisa ganhe a preferência popular.
O que fica claro nas recentes pesquisas de opinião é que Heloisa Helena despontará como a opção da esquerda no Brasil, ocupando o espaço que já foi de Brizola e depois de Lula.

UM POUCO DA HISTÓRIA DO BRASIL

VAMOS À RUA COM O PSOL. FORA SARNEY!




Campanha "FORA SARNEY" - Agenda

Seg, 10 de Agosto de 2009

Agenda de Atividades do PSOL na próxima semana.

2ª feira, dia 10/08 às 12:00h - Largo da Carioca -

3ª feira, dia 11/08 às 12:00h - 7 de Setembro com Rio Branco

4ª feira, dia 12/08 às 12:00h - Rio Branco com rua S. José (Buraco do Lume)

5ª feira, dia 13/08 às 17:00h - Saída do Metrô para a Rio Branco, no Lgo. da Carioca.

DOMINGO, dia 16/08 - Caminhada - praia de Copacabana . Concentração às 9:30 Hs e saída às 10:00Hs. no antigo hotel MERIDIEN. (Princesa Isabel x Av. Atlântica)

REAÇÃO DA DIREITA


Miriam Leitão, a feiosa por dentro e por fora da Rede Globo, é paga para criticar a política de soberania do povo Venezuelano. Chaves é taxado de ditador e pré-histórico pela musa orelhuda da Globo.

As informações da revolução que Chavez vem realizando na Venezuela são proibidas de se mencionar, nas reportagens sempre carregadas de criticas do oligopólio de comunicação brasileira.

Por exemplo, é proibido dizer que Hugo Chavez distribuiu 500.000 hectares no ano de 2005 e vem mantendo em ritmo acelerado e radical na reforma agrária em seu país.

É proibido dizer na Globo que depois de anos de controvérsia, o presidente da Venezuela lançou um programa de distribuição de terra jamais visto na América Latina.

"Nós não estamos desapropriando, isso pertence à nação, ao estado", disse ele, na fazenda Marquesena. Os reacionários oponentes de Chavez argumentaram que planos de reforma agrária violam o direito à propriedade garantido na constituição.

Os ricos inimigos de Chavez em Caracas protestaram insistentemente nos meios de comunicação, controlados por eles, exigindo que o governo cancele seu programa de reforma agrária, que deve expropriar 2.000.000 hectares de terra até este ano, o que assentará 40.000 famílias. O presidente respondeu que "a propriedade não é um valor sagrado" e prometeu ir adiante.

O plano de Chavez para distribuir terra entre os camponeses pobres prevê a nacionalização de grandes ranchos subutilizados sem compensação, pois de acordo com ele essas áreas produtivas devem ser utilizadas para o bem da comunidade.

Podemos entender o porquê de tanta reação contra Chavez.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

NO DIA DO ADVOGADO, HOMENAGEM AO NOSSO MAIOR


No dia do advogado faço a minha homenagem àquele que, para mim, foi o maior advogado da história do Brasil.
Evandro Lins e Silva nunca se dobrou diante dos poderosos, levou uma vida simples e morreu com um patrimônio modesto. Porém, rico na sua biografia de socialista, que sonhou intensamente a utopia da liberdade.



"Minha vida foi uma sucessão de acasos felizes."

"Sou socialista. Não acredito nessa globalização, que não deu nenhum resultado brilhante."

"Eu tenho o vício da defesa da liberdade. Não escolho causas para defender alguém"

"Considero a prisão uma forma de tortura. É uma morte a conta-gotas."

"Minha maior glória seria morrer aqui no Tribunal do Júri."
No julgamento de José Rainha Júnior, líder do MST, em 2000

"Não me considero advogado da acusação, mas da defesa do país."
Sobre sua participação como acusador na ação que levou ao impeachment de Collor

"Não entro sozinho na Academia; entro acompanhado de uma longa vida, austera e equilibrada. Mas não sou eu quem deveria enaltecer as minhas virtudes."
Ao entrar na ABL, em 1998

"Embora nós apenas fizéssemos cumprir a Constituição, nossa atuação contrariava as violências dos que tinham tomado o poder à força."
Sobre sua cassação do STF no regime milita

(Evandro Lins e Silva)