sábado, 19 de julho de 2008

O PREÇO DA CORRUPÇÃO


Quantas coisas dariam para fazer com R$1.423.000,00, que seriam desperdiçados na construção de um banheiro e na corrupção escancarada deste governo municipal do senhor FJ. Vejamos:

Daria para comprar 30 quilos de ouro.

Daria para construir 40 salas de aulas de 36 metros quadrados.

Daria para construir 15.000 metros de canalização de esgoto.

Daria para pagar 3.000 operários o salário de 30 dias.

Daria para alimentar toda a população de Angra durante 15 dias.

Daria para comprar 60 carros populares.

Agora, tirem suas conclusões a respeito da voracidade dessa cleptocracia!


sexta-feira, 18 de julho de 2008

VIVA O POVO DE ANGRA!


Juntaram-se os arautos da cleptocracia, os partidários do Rouba-Mas-Faz e os subservientes mortos de fome para fazer uma passeata em apoio à candidatura da situação.
Felizmente o numero de participantes não passou de 2.000, o que demonstra que pouco mais de 1% da população angrense está envenenada pela demência da pilhagem do erário.
Angra sempre foi uma cidade politizada, e não é agora que vai virar um feudo de quitandeiros que viraram coronéis, transportados da década de 20 do século passado para os dias de hoje.
Viva o povo angrense!!!

sexta-feira, 11 de julho de 2008

A NOVA ORDEM PETROLÍFERA


O artigo abaixo, casou-me espanto, tanto pela realidade um tanto provável, quanto pela possível chance de a humanidade tomar um caminho mais fraterno para a resolução dos seus problemas.

Tenho comigo, que com o fim do capitalismo o Brasil pode se transformar numa nova Roma, ditando uma ordem mundial mais humanista.

Leiam com atenção, e tirem suas conclusões.

(por Nicolas van der Leek)
Quando o petróleo atingir os 150 dólares por barril, os americanos passarão a gastar em energia cerca de 12 por cento das suas receitas.
Há quem pense que este valor corresponde a um pico máximo. Talvez. Mas, quer esse pico se situe nos 150 dólares ou não, podemos começar desde já a imaginar as mudanças que irão ocorrer.
Globalização às avessas
O mundo orgulha-se dos seus progressos. Conseguimos produzir grandes quantidades de alimentos, e transportar bens e pessoas por todo o mundo sem grande dificuldade.
Tem vindo a ser um mundo de eleição até agora, com a supressão de barreiras que permite as trocas e o comércio mundial. Tem sido possível movimentar pessoas e produtos por todo o mundo praticamente sem grande dificuldade.
Todas estas mesmas facilidades também funcionam eficazmente em sentido contrário – ou seja, regridem rapidamente. Um exemplo de um "mecanismo eficaz" na nossa vida, especialmente nos subúrbios, é a eletricidade. A eletricidade permite-nos cozinhar rapidamente as refeições, secar o cabelo e aquecer a água do banho mas, se faltar, o colapso é muito rápido.
O mesmo acontece quanto à facilidade de irmos de carro até ao supermercado para nos abastecermos de tudo o que precisamos. Quando deixarmos de poder fazer isso, os subúrbios passam a ser disfuncionais, e na Nova Ordem Petrolífera os Subúrbios Disfuncionais são inevitáveis – tal como as viagens aéreas, e muitas outras coisas.
O mundo está a deixar de estar plano
Ainda há pouco tempo o colunista da moda do New York Times, Thomas L. Friedman, escreveu o livro The World Is Flat (O mundo é plano). O livro de Friedman representa hoje um manual sobre o que vai desaparecer mais depressa. Se lermos o livro com espírito crítico, compreendemos que a premissa, embora não expressa, para quase todas as forças de aplainamento é a energia barata.
Atualmente, muitas das empresas que Friedman cita como bem sucedidas estão em vias de se desmantelar e desaparecer. Algumas das mais saudáveis empresas mundiais vão desaparecer do Fortune 500 dentro de meses, ou mesmo semanas, para nunca mais serem vistas. O McDonald's e a Coca-Cola são apenas dois exemplos disso.
E à medida que este processo for ganhando velocidade, o mundo tornar-se-á inevitavelmente num lugar muito maior, e será difícil funcionar com a facilidade e o à vontade a que nos habituamos…
Digam adeus
As primeiras vítimas dos altos preços do petróleo são as grandes faixas de pobres, principalmente de pobres rurais. Podem desaparecer por algum tempo dos canais do comércio (principalmente o da indústria informal) mas voltarão a aparecer nas cidades sob a forma de milícias maciças desordenadas e desesperadas.
Entretanto, a indústria pode começar por se despedir definitivamente da indústria da aviação. As maiores empresas talvez sobrevivam durante mais tempo, e a última a funcionar será talvez a Singapore Airlines, com o seu gigantesco Airbus A380. As companhias aéreas do Médio Oriente, como a Qatar Airways, também poderão manter-se em funcionamento mais uma ou duas temporadas. As futuras viagens aéreas serão reservadas para uma pequena elite, e as companhias de aviação, tal como as conhecemos, vão deixar de funcionar, pura e simplesmente. Até agora já foram à falência mais de uma dúzia de companhias de aviação internacionais, só nos primeiros 6 meses de 2008, incluindo:
A Airblue (Paquistão), a City Star Airways (UK), a Frontier Airlines (EUA), a Nationwide Airlines (África do Sul), a Palestinian Airlines (Egipto), a Tavrey Airlines (Ucrânia), a Jet4you (Marrocos), a Euromanx (Ilha de Man), a Aeropostal (Venezuela) e a Silverjet (UK), entre outras.
Os grandes silos que são hoje os edifícios dos aeroportos, dentro de cinco anos podem estar transformados em museus da arte da tecnologia.
Digam adeus também aos serviços que dependem dos transportes aéreos, como as empresas de correio. Ou seja, as FedEx e as UPS. Digam adeus também à Amazon.com e congêneres.
As operações em escala gigantesca – desde as viagens aéreas, à agricultura, à indústria (pensem na General Motors) – serão reduzidas drasticamente.
Isto implica uma implosão no turismo mundial, o que significa que espetáculos mundiais como a Taça do Mundo da FIFA e as Olimpíadas de 2012 vão ficar fora do alcance de 90 por cento dos consumidores.
Isto também vai ter impacto em todos os serviços que se alimentam do turismo internacional – cadeias inteiras de hotéis, empresas de aluguer de automóveis, restaurantes e afins.
Os supermercados como o Wal-Mart (EUA), o Carrefour (França), o Pick'n Pay (Africa do Sul), o Tesco (UK) e muitos outros começarão por sentir a falta de artigos de bens não convencionais, e a seguir progressivamente de artigos básicos, incluindo a fruta e os vegetais. Estes mercados escorraçaram em tempos os mercados locais, arruinando muitas mercearias e indústrias agrícolas locais. Estas actividades locais estão em vias de renascer e, à medida que voltarem a aparecer, estes mercados locais mais pequenos substituirão os supermercados.
O fim das operações no exterior e das cadeias de abastecimento
As empresas multinacionais vão perder rapidamente a possibilidade de utilizar mão-de-obra estrangeira, e de o fazer de forma barata. Mais uma vez, o comércio voltará a ser mais localizado. Isto significa que, se no nosso país não se construírem computadores, por exemplo, estes equipamentos atingirão preços tais que ficarão fora de mercado.
A indústria eletrônica vai seguir a mesma via das companhias de aviação. Podem sobreviver alguns equipamentos genéricos; alguns dos modelos mais baratos e mais úteis terão melhores condições de sobrevivência do que os modelos mais complexos e de origem mais remota. Nos países em que os custos da Internet não sejam mínimos, a utilização da Internet cairá drasticamente.
Os meios de comunicação ficarão reduzidos, desde o número de canais da TV, e do número de jornais distribuídos na mesma área, até ao número de revistas nos escaparates. Mas os blogs continuarão a aparecer, embora mais funcionais e orientados para a comunidade. Nalguns países – dependendo de há quanto tempo dispõem de infra-estruturas de Internet – os jornais desaparecerão totalmente sendo substituídos pela informação via Internet. Noutros países, principalmente onde a Internet é ainda uma indústria jovem, os jornais reclamarão todo o terreno perdido e a Internet pode vir a desaparecer.
Haverá cada vez mais pessoas a alugar, a ficar sem os seus carros e até mesmo sem os seus tele-móveis. O número dos pobres urbanos subirá a níveis alarmantes. Tudo isto representa o fim da escolha sem limites.
O reaparecimento das oficinas de reparações
Não mais poderemos permitir-nos a nossa cultura de desperdício. Se qualquer coisa se avariar, teremos que arranjar alguém – técnicos – que a conserte. As fianças e as garantias deixarão de ter qualquer valor.
As pessoas terão que voltar a aprender técnicas – não só como consertar coisas, mas também como fabricar coisas. Quando os tampos das sanitas, ou as canas de pesca, ou pilhas de roupas deixarem de chegar em contentores às cidades costeiras, as indústrias locais terão que preencher esse vazio. Vai levar tempo e não vai ser fácil. As pessoas mais velhas (com aptidões) tornar-se-ão as novas celebridades.
O fim do capitalismo
Iremos assistir ao colapso do mercado de ações quando se perceber (nos mercados) não só que o crescimento econômico deixou de ter qualquer lógica, mas também que a escassez de energia acarreta o colapso de toda a arquitetura financeira que foi concebida assente nela – desde os mercados imobiliários, aos bancos, a indústrias inteiras, incluindo (evidentemente) as indústrias automóvel e alimentar. Obviamente, quando desaparecer a maioria dos bancos, também desaparecerá o capitalismo e o que restar do aparelho financeiro.
O dinheiro passará a ter pouco ou nenhum valor no futuro, e o comércio será feito via permutas e provavelmente de forma desorganizada. A agricultura tornar-se-á uma grande indústria, juntamente com outras formas de gestão de recursos (exploração mineira, florestas, etc.).
Desordem
Nem vale a pena referir que todas estas transições serão muito provavelmente acompanhadas de desagradáveis níveis de desordem pública. É muito provável que as autoridades lutem para manter a lei e a ordem um pouco por toda a parte. Os governos terão muita dificuldade em resolver os problemas das multidões subitamente empobrecidas. Estas lutas exercerão uma pressão adicional sobre as Relíquias do Petróleo Barato que subsistirem, por exemplo, os serviços municipais e as estradas. Quem é que os vai manter num mundo que deixa de os poder sustentar?
Um dos novos projetos (acima referido) será a agricultura, mas sem as máquinas nem os benefícios da tecnologia do mundo antigo. Provavelmente teremos que dar muita atenção ao solo se quisermos produzir algo de valor e em quantidade significativa. No novo mundo seremos especialmente vulneráveis a doenças e pandemias, e também à alteração climática. Com tantos problemas pela frente, as pessoas vão estrebuchar. As comunidades com artesãos talentosos e habilidosos, que trabalham em conjunto, deviam começar a preparar-se já. A partilha de um objetivo ou fé comum durante este período também beneficiaria esses grupos em relação aos que ficarem desmoralizados e perderem o norte.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

HOJE É O DIA DA PIZZA


Tirando as mentiras escritas na falsa carta magna de 1988; a verdadeira Carta Magna outorgada em 22 de abril de 1500, que está em vigor, é a seguinte:


Artigo 1º
Todos os brasileiros são iguais perante a lei, exceto:

a - Os componentes do poder judiciário, por serem os pilares da democracia;
b - Os políticos, por terem imunidade parlamentar;
c - Os militares, por serem responsáveis pela segurança da nação;
d - As grandes pessoas jurídicas, por serem o sustentáculo financeiro do país, oferecendo emprego e produzindo os bens e serviços necessários à sobrevivência do povo;
e - Os banqueiros, porque são banqueiros e donos do poder;
f - Os donos de radio, TV e jornais, que colaboram diariamente para o fiel cumprimento desta lei, omitindo fatos que poderiam levar o resto do povo à revolta;
g - Aqueles que forem julgados "especiais" pela Suprema Corte do País, pelos motivos que eles considerarem justos.

Artigo 2º
Caberá aos brasileiros, salvo as exceções previstas no artigo anterior:

a - Pagar seus impostos federais, estaduais e municipais, sob pena de prisão;
b - Obedecer as leis, leis essas elaboradas e aprovadas por parlamentares eleitos graças a inestimável colaboração das pessoas inclusas no artigo 1º;
c - Agradecer, toda manhã, o pão de cada dia, a escola pública de graça, o atendimento hospitalar fornecido pelo poder público, o transporte público, a água e a luz, desde que não se atrase os respectivos pagamentos, sendo que o uso de telefone fica transferido para a iniciativa privada, devendo a mesma estipular os seus regulamentos;
d - Não se sentir ofendido quando o Presidente de República for à TV dizer ao povo, que a saúde pública está perto da perfeição, que o Brasil está vivendo o espetáculo do crescimento, que a escola pública está transformando o Brasil em país de primeiro mundo...

Revoga-se a lei natural da Revolta e da Indignação, objetivando manter as categorias previstas no artigo 1º eternamente como os supremos mandatários do país.
Essa lei entra em vigência na data de sua publicação, e tem validade até que o povo, não incluso no artigo 1º, abra os olhos e veja como funciona, de fato, toda a engrenagem que lhe escravisa.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

BEIRA-MAR PARA VEREADOR




A nata da advocacia de Angra dos Reis encontra-se em Brasília desde segunda-feira, tentando medida liminar em mandado de segurança no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para vários candidatos que possuem ficha suja na Justiça.
Os ilustres causídicos estão argumentando nos remédios impetrados, que todos são inocentes, até que provem o contrário.
Pela linha de raciocínio dos gigantes advogados, Fernandinho Beira-Mar poderia se candidatar por qualquer partido, já que este não foi condenado em última instância.
Mas, deixa isso pra lá, boa sorte aos meus ilustres colegas e entre eles alguns amigos!

terça-feira, 8 de julho de 2008

VIOLÊNCIA


O bárbaro assassinato de uma criança de 03 anos, metralhada dentro do automóvel de sua família juntamente com seu irmão ainda bebê e sua mãe, que somente se salvaram por milagre, e o desaparecimento de uma engenheira, que tudo leva a crer também foi vitima de bandidos fardados; me deixa profundamente angustiado.

Como resultado dessa tragédia brasileira, de todo esse massacre ideológico da mídia que omite as verdadeiras causas da violência, do cinismo do secretário de segurança e a omissão de CABRALZINHO; temos espíritos confusos, alienados, submetidos a uma violência contínua e distribuída sob diversas formas, desde a manipulação dos telejornais até o caveirão na favela, passando pela brutalidade de grupos de extermínio e pelo extravio dos recursos naturais de nossa pátria via empresas multinacionais, que no Brasil batem recordes atrás de recordes.

Como conseqüência, temos a destruição da política voltada para os pobres. Em seu lugar agiganta-se o Estado voltado para garantir o lucro das grandes empresas privadas a qualquer custo, e isso inclui o despejo violento por magistrados sem qualquer sensibilidade social de gente que se encontra em área de especulação imobiliária, preços abusivos de remédios (pouco importando se pessoas morrerão sem dinheiro para comprar a medicação) e a liberação de alimentos sabidamente cancerígenos sem qualquer aviso (como foi o caso dos cigarros durante décadas) ou de alimentos ainda sem estudos definitivos, como o milho transgênico recém-liberado no Brasil.

Esse é o legado dos governos neoliberais de COLLOR, FHC e LULA. Pobre e infeliz povo brasileiro!

sexta-feira, 4 de julho de 2008

GÊNIO DA RAÇA BRASILEIRA


A globalização atual é perversa, fundada na tirania da informação e do dinheiro, na competitividade, na confusão dos espíritos e na violência estrutural, acarretando o desfalecimento da política feita pelo Estado e a imposição de uma política comandada pelas empresas.
(Milton Santos, em "Por uma outra Globalização", Editora Record).
O saudoso intelectual MILTON SANTOS, acerta em cheio quando faz uma análise da mídia e da sua influência na vida humana contemporânea, poucas vezes li um livro tão esclarecedor e com tantas riquezas de detalhes dos malefícios que os meios de comunicação das elites nos faz.
Leiam, eu recomendo!

A VERDADE NÃO PODE ESTAR APENAS DE UM LADO


A mídia gorda somente faz referência à senadora colombiana INGRID BETANCOURT, senhora da classe dominante da Colômbia e descendente de família judia rica, esquecem de dizer que os americanos libertados eram na verdade três mercenários estado-unidenses, que estavam mapiando militarmente a Amazônia a serviço da CIA (serviço de espionagem dos EUA).

O que fica claro do episódio é que:
- O governo de Bush-Uribe continua a rejeitar a solução política do conflito, que deveria ter início com uma troca humanitária de prisioneiros, como propõe os guerrilheiros das FARC-EP.
- O governo uribiano-bushiano não hesitou em por em risco a vida dos retidos. Deram sorte da armadilha bolada pela CIA não ter sido descoberta pelos guerrilheiros, pois, senão estariam todos mortos.
- Os prisioneiros de guerra foram mantidos em boa saúde pelas FARC-EP, o que não poderá o Estado colombiano dizer o mesmo daqueles que mantém nas suas masmorras fétidas e desumanas.

Regimes repressivos & fascistas muitas vezes obtêm êxitos em operações de comandos, como mostra a história de Israel e da Alemanha nazista; mas isso não leva à paz com justiça social.
O alarido mediático das elites volta-se seletivamente para os membros da classe dominante, porém, nunca mencionam os sofrimentos dos oprimidos, como os milhões de camponeses colombianos espoliados das suas terras ou os milhares de guerrilheiros das FARC-EP que padecem nas prisões colombianas.
A operação ardilosa do dia 2, que usou mercenários se fingindo de humanistas de esquerda, infelizmente, pôs a Colômbia mais distante da paz.
Pobre América latina!

quinta-feira, 3 de julho de 2008

É SEMPRE BOM LEMBRAR BERTOLD BRECHT


O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala nem participa dos acontecimentos políticos.Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio, depende das decisões políticas.O Analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia política.Não sabe o imbecil que sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, o assaltante e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e o lacaio das empresas nacionais e multinacionais.
-By Bertold Brecht.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

ELA VOLTOU NOVAMENTE


Alguns economistas de esquerda tinham alertado para o risco que o Brasil sofria em adotar as imposições do FMI de manter o superávit primário a qualquer preço.

A desindustrialização já tinha mostrado seus malefícios ao produto interno, com a invasão de produtos estrangeiros. Hoje, o Brasil é mais dependente dos produtos externos do que na década de 80, numa escalada que começou no governo COLLOR, ganhou força no de FHC e toma sinais de irreversibilidade no de LULA.

O Brasil, a cada dia torna-se um mero país exportador de produto primário. Todos os esforços feitos por Getúlio Vargas e JK, foram desfeitos nas duas últimas décadas.

Com a crise petrolífera mundial, a infração voltará com toda a sua voracidade aumentando ainda mais a miséria e a proletarização da classe média.

Vem aí pacote econômico, para onera ainda mais os salários.